sexta-feira, 18 de julho de 2014

O Estudo de Três Palavras Sagradas: Selá, Aleluia e Amém 19 de abril de 2014 às 18:38 As três palavras são de origem hebraica e muito significativas porque são dirigidas a Deus – Selá,Aleluia e Amém. Elas quase sempre se encontram transliteradas e não traduzidas, isto é, mantidas com a mesma pronúncia que têm no original. Elas serão estudadas na sua etimologia e em seu sentido atual. 1ª) Selá Em breve esta palavra tornar-se-á desconhecida pelas novas gerações, levando-se em consideração, que a nossa Sociedade Bíblica já decidiu que não deverá aparecer mais em novas publicações da Bíblia. Até hoje sua etimologia, mas especialmente seu real significado são incertos para os estudiosos. Os comentaristas apresentam as seguintes sugestões para o seu significado: a) Um sinal litúrgico (salal = elevar), talvez para que fossem elevadas a voz ou as mãos em atitude de oração. b) Deriva-se de uma raiz aramaica – sl = prostrar-se. Seria um sinal indicativo para que nesse ponto o adorador se prostrasse. c) Uma orientação musical dada aos cantores ou à orquestra para “elevar”, isto é, cantar ou tocar mais forte, ou um acompanhamento mais alto. Esta explicação é a mais generalizada e mais aceita por todos. d) O original hebraico selah significa “descanso de um suspender ou erguer”, podendo significar o suspender de uma balança para pesar. e) Na Septuaginta, ou a tradução dos setenta, do hebraico para o grego, selah foi traduzida por diapsalma, que significa intervalo, interlúdio, mudança de tom. O Dicionário Enciclopédico da Bíblia, Editora Vozes afirma ao estudar esta palavra: “Duvida-se, porém, se os próprios tradutores da versão dos LXX conhecessem bem o sentido de selah”. f) Em outras traduções gregas como a de Áquila, selah foi traduzida por aevi – aéi, sempre; enquanto Teodocião traduz por eivs tevlos – eís télos = no fim; parecendo indicar uma bênção litúrgica semelhante a Amém e Aleluia. g) Selá é uma pausa para que o nosso pensamento seja elevado a Deus. É um suspiro pausado de alegria, quando alguém que amamos chega inesperadamente a nossa frente ou a nossa casa. Seria uma espécie de interjeição de alegria ou satisfação. h) Selá é o expressar harmonioso de todas as fibras de um coração que ansiasse pelo auxílio de Deus e de repente sentisse a doce serenidade da presença divina, como se conclui do Salmo 67:1. A palavra é usada 74 vezes, sendo 71 nos Salmos e três vezes no livro de Habacuque – 3:3, 9, 13. No Salmo 143:6 está: “A ti levanto as mãos; a minha alma anseia por ti, como terra sedenta – Selah”. A palavra aqui significa fazer uma pausa e elevar a alma e não simplesmente a voz. C.H. Spurgeon em seu livro Tesouro de Davi, comentando este versículo afirma: “Minha alma qual terra sedenta tem sede de ti”. Como a terra ressequida e rachada pela seca, abrindo a boca em súplicas silenciosas, o salmista também sentia a alma quebrantada pela saudade. Tinha sede do Senhor. Selá.” Habacuque, o professor hebreu, avaliando as calamidades que vieram sobre seu pais e os subsequentes castigos que adviriam aos caldeus, argumentou com Deus com todo o entusiasmo e impetuosidade de seu espírito, culminando com sua sublime e poética prece, na qual aparece três vezes a palavra “Selá“. 2ª) Aleluia A palavra hebraica “halleluyah” é composta da forma imperativa do verbo “halal” – louvar, e do substantivo “Javé” ou Jeová”. Por tanto o significado lógico da palavra em hebraico e mantido em Português é - louvai a Jeová ou a Deus. A palavra pode ser estudada no Velho e Novo Testamentos. a) No Velho Testamento, onde é muito mais usada, especialmente no livro de Salmos, havendo alguns até conhecidos pelo nome de “aleluiáticos”, ou do “Grande Halel”, pelo fato da palavra ser muito freqüente (104-109). Em 15 Salmos a expressão aleluia aparece tanto no início no fim (Sal. 106, 113, 135; 146-150); em outros apenas no início (Sal. 112); e ainda em alguns, somente no fim (Sal. 104, 105; 115-117). A nota tônica dos Salmos era esta: louvai a Deus, desde que Davi e outros autores dos Salmos viam em todas as circunstâncias da vida, favoráveis ou desfavoráveis motivos para louvar a Deus. b) No Novo Testamento Nesta parte da Bíblia ela aparece apenas 4 vezes em Apoc. 19, versos 1, 3, 4 e 6. Nestes versos ela indica o canto de júbilo dos Salvos no Céu, pelo privilégio da salvação. Esta palavra na realidade, é a mais sintética de todas as doxologias conhecidas. 3ª) Amém É uma palavra mais rica de significados no original. Vem do verbo hebraico amén, que significa: amparar, suportar, confiar, ser verdadeiro, o que permanece firme, verídico, seguro, eterno. Sendo uma palavra tão rica em significações ela é usada: a) Para confirmação de um compromisso que se toma, como pode ser visto em I Reis 1:36 e Jer. 11: 5; ou para a pessoa declarar que aceita a maldição ou castigo caso não cumpra o compromisso. Um exemplo frisante se encontra em Deut. 27:15-26, onde os doze versículos culminam com um enfático “amém“. b) Como fórmula de apoio a um desejo ou uma esperança, a exemplo da oração de Davi. I Crôn. 16:36. c) Como um título para Cristo em Apoc. 3:14. Esta é a única vez no Novo Testamento queAmém é usada como um nome próprio. Ele é aqui chamado – o Deus do Amém, porque ele é a autenticação e a segurança pessoais da verdade de Deus entre os homens. Os comentaristas vêem nesta expressão uma influência de Isaías 65:16 que chama a Deus, como o Deus que dirá Amém. Nesta passagem de Isaías Deus é chamado duas vezes deEloim Amém = Deus do Amém, cuja expressão também pode ser traduzida como o Deus da verdade, isto é, o Deus que garante o que promete com a verdade de suas palavras. A identificação de Deus que diz Amém, em Isaías 65:15, com Cristo, o Amém de Apoc. 3:14 é uma prova irrecusável da divindade do nosso Salvador. Cristo ao declarar-se como o Amém, deseja transmitir-nos a idéia de que Ele é a verdade de Deus aos homens, e que podemos crer em suas promessas. Ele é a segurança e o testemunho fiel e veraz da revelação divina. Os salmos se dividem em 5 livros terminados assim: a) O primeiro em 41:13 (Amém e amém!) b) O segundo em 72:19 (Amém e amém!) c) O terceiro em 89:52 (Amém e amém!) d) O quarto em 106:48 (Amém! Aleluia!) e) O quinto evidentemente em 150:6 (Aleluia!) Os três primeiros livros terminam com um duplo amém; o quarto, com amém e aleluia; enquanto o quinto, apenas com a palavra aleluia. No final dos quatro primeiros livros o amém termina uma doxologia. O salmista o usa como o reconhecimento de que as declarações feitas são seguras e válidas. Na liturgia do povo judeu a palavra era empregada no sentido de que quem a proferia cria na mensagem e aceitava o que estava sendo exposto. Os filhos de Israel usavam amém no final da oração como uma palavra que resumia a prece, indicando que eles a aprovavam e a tornavam sua. Sempre pensamos no amém como uma palavra usada para concluir uma frase ou oração, mas na Bíblia, muitas vezes, ela é usada no início de uma frase para indicar que o que se segue é importante. Se o seu uso indica a importância da declaração seguinte, a sua repetição no início da sentença denota que o que será dito é muito importante e solene. Por isso Jesus começou muitas das suas afirmações desta maneira, sendo relatadas 25 no evangelho de João. Elas são traduzidas por: verdadeiramente; em verdade, em verdade ou outras expressões eqüivalentes. Confira S. João 1:51; 3:3. Os evangelhos sinóticos empregam a expressão “amém” 49 vezes, sendo 30 em Mateus, 13 em Marcos e 6 em Lucas. João no evangelho a usa sempre repetida 25 vezes. Nos demais livros neotestamentários ela é empregada 70 vezes. Nossos pastores deviam ensinar seus membros a usarem o amém com propriedade, com contrição e com o verdadeiro espírito de adoração. O amém pode ser pronunciado no momento impróprio, como aconteceu em determinada igreja, onde alguém orava mais ou menos assim: “Graças te damos pela vida. Dá-nos força para vencer o mal. Tu sabes Senhor que o diabo está irado contra nós”. Neste momento alguém (pode ser até muito sincero) proferiu um eloqüente amém, mas totalmente inadequado. Observando a nossa igreja constatamos que bons costumes desaparecem, enquanto costumes reprováveis surgem e proliferam. Dentre os salutares costumes esquecidos, em algumas igrejas, encontra-se o de não pronunciar o amém durante a oração e no seu final. Bom seria que em nossas igrejas ao o pregador fazer um apelo para a vida de santificação, ou no final de uma oração os crentes respondessem com um sincero amém, querendo assim dizer: Faço minhas as palavras do pastor, aceito o que ele disse. Em conclusão a estas três palavras sagradas declaramos: Se realmente, alguém pudesse alcançar a inteira significação de um profundo e reverente “Amém“, de um glorioso “Aleluia” e de um ansioso espírito de “Selá“, os céus e a terra ressoariam com glória Amém.
Quero Voltar para Deus! A Palavra da Reconciliação (2 Coríntios 5:19) 15 de junho de 2014 às 11:48 A Bíblia fala, freqüentemente, sobre o desejo de Deus que seu povo volte para ele. Deus criou o homem para gozar a comunhão especial com o Criador, e tem feito tudo para nos dar este grande privilégio. Deus quer uma relação especial e eterna com você, e comigo. Jesus veio à terra com o propósito de buscar e salvar os perdidos (Lucas 19:10). Ele dedicou a vida, e até se sacrificou, para possibilitar a reconciliação de pecadores com Deus (2 Coríntios 5:18-21). A volta de um pecador é importante para Deus, e deve ser importante para todos os servos do Senhor. Cada pessoa – cada pecador – precisa saber que a reconciliação é possível. Mesmo se tiver feito coisas terríveis, você pode voltar para casa – para a casa de Deus. Todos nós desviamos Deus nos criou à sua imagem e semelhança, capazes de amar e de obedecer (Gênesis 1:26-27). O amor é voluntário, não forçado. Deus não criou uma raça de robôs que seriam incapazes de fazer o mal. Ele criou homens e mulheres com a capacidade de escolher, sabendo que poderiam amar ou odiar, agradar ou desprezar, obedecer ou se rebelar. Decidimos pecar: “Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:23). Quando cedemos à nossa própria vontade ao invés de obedecer a vontade de Deus, pecamos. João disse: “...o pecado é a transgressão da lei” (1 João 3:4). Quando desobedecemos a palavra de Deus, pecamos. Esta desobediência pode ser, também, por omissão de coisas que Deus pede (Tiago 4:17). Paulo descreveu a vida egoísta e errada que vivemos anteriormente: “Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais” (Efésios 2:1-3). Com este entendimento do problema do pecado, a questão de voltar para Deus é de grande importância a todos nós. Apesar do nosso pecado, Deus ainda quer uma relação especial de comunhão conosco. A mensagem das Escrituras – de Gênesis ao Apocalipse – é uma história do desejo de Deus de restabelecer este relacionamento com os homens. Isaías escreveu no VIII século a.C., chamando o povo de Judá ao arrependimento: “Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao SENHOR, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar” (Isaías 55:6-7). O apóstolo Pedro explicou que Deus ainda não trouxe o Juízo final porque “ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2 Pedro 3:9). A vinda de Jesus ao mundo é a maior prova deste desejo de Deus de estar perto dos homens que ele criou. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). Jesus mostrou o mesmo sentimento de compaixão quando, no final de sua vida na terra, olhou para os judeus rebeldes e disse: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes!” (Mateus 23:37). Todos nós desviamos. Deus nos quer de volta. Nós precisamos da misericórdia dele. Como podemos voltar para o nosso Criador? Como voltar? O exemplo de Davi e suas palavras de arrependimento no Salmo 51 mostram as atitudes necessárias para voltar ao Senhor. Davi, um homem que amava a Deus, caiu no pecado. Cometeu adultério com uma vizinha e causou a morte do marido dela para poder ficar com ela. Foram pecados gravíssimos, e Davi chegou a ver o estrago na sua vida por causa da sua desobediência ao Senhor. Neste salmo, ele expressa o seu desejo ardente de restaurar a comunhão com Deus. Vamos observar alguns pontos importantes nas suas palavras. Para voltar para Deus, é necessário: 1. Querer estar bem com o Senhor. A coisa mais assustadora no pensamento de Davi foi a real possibilidade de ficar longe de Deus – até afastado do Senhor para sempre. Ele disse para Deus: “Não me repulses da tua presença, nem me retires o teu Santo Espírito. Restitui-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito voluntário” (11-12). 2. Reconhecer o nosso problema do pecado. Numa sociedade em que a maldade é explicada e justificada de diversas maneiras sociológicas e psicológicas, é fácil esquecer que o pecado é a transgressão da vontade de Deus (1 João 3:4) que cria uma barreira entre Deus e os pecadores (Isaías 59:1-2). A pessoa que quer voltar para Deus precisa identificar o problema de pecado na sua vida. Davi escreveu: “Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim.” (3). 3. Assumir responsabilidade pelo nosso pecado. Não é suficiente reconhecer que o pecado nos afasta de Deus. É necessário assumir responsabilidade pessoal pelos pecados que temos cometido. Diferente de crianças que apontam os dedos para jogar a culpa nos outros, precisamos agir como adultos e assumir a responsabilidade pelas nossas próprias transgressões. Embora o pecado de Davi tenha atingido várias outras pessoas (Bate-Seba, Urias, Joabe, a família dele, etc.), Davi entendeu que o principal problema foi a ofensa contra Deus: “Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante os teus olhos, de maneira que serás tido por justo no teu falar e puro no teu julgar” (4). O meu pecado não é culpa da família, da igreja, da sociedade, etc. É culpa minha! 4. Entender que precisamos de ajuda para resolver o nosso problema. Um certo espírito de independência é bom e necessário em muitos aspectos da vida, mas a pessoa que se acha capaz de vencer o pecado sozinha está perigosamente enganada. Dependemos da graça de Deus manifesta no sacrifício de Jesus para alcançar a salvação. Davi, um dos fiéis que confiava na promessa de um Salvador, disse:“Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; e, segundo a multidão das tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões. Lava-me completamente da minha iniqüidade e purifica-me do meu pecado....Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo que a neve. Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que exultem os ossos que esmagaste. Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniqüidades.” (1-2,7-9). Deus nos ajuda de muitas maneiras – pelo sangue de Jesus, pela intercessão do Espírito Santo, pelo encorajamento de cristãos fiéis, pela instrução da palavra, etc. Precisamos da ajuda dele para voltar ao Senhor. 5. Confrontar e mudar o nosso coração. Talvez o maior obstáculo no caminho à reconciliação seja o próprio coração. Depois de anos de egoísmo e da busca carnal de prazer, é difícil desejar as coisas boas e puras que Deus deseja. Davi percebeu esta necessidade: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável” (10). A decisão de voltar e o desejo de estar em comunhão com Deus nos motivam a purificar os nossos pensamentos para deixar o Senhor dominar as nossas vidas. Jeremias desafiou o povo rebelde de Jerusalém com estas palavras: “Lava o teu coração da malícia, ó Jerusalém, para que sejas salva! Até quando hospedarás contigo os teus maus pensamentos?” (Jeremias 4:14). Paulo salientou a importância de um coração espiritual para nos aproximar de Deus: “Porque os que se inclinam para a carne cogitam das coisas da carne; mas os que se inclinam para o Espírito, das coisas do Espírito. Porque o pendor da carne dá para a morte, mas o do Espírito, para a vida e paz. Por isso, o pendor da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus. Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se, de fato, o Espírito de Deus habita em vós. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. Se, porém, Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito é vida, por causa da justiça. Se habita em vós o Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos, esse mesmo que ressuscitou a Cristo Jesus dentre os mortos vivificará também o vosso corpo mortal, por meio do seu Espírito, que em vós habita. Assim, pois, irmãos, somos devedores, não à carne como se constrangidos a viver segundo a carne. Porque, se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte; mas, se, pelo Espírito, mortificardes os feitos do corpo, certamente, vivereis. Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai” (Romanos 8:5-15). Decidir e Agir O grande desafio para nos reconciliar com Deus é o próprio coração. Mas o desejo de estar com Deus nada resolve se não for acompanhado por ação. João Batista disse aos judeus do primeiro século: “Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento” (Mateus 3:8). Tiago diz: “Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta” (Tiago 2:26). Na continuação deste estudo, consideraremos mais especificamente o que Deus quer de nós – como devemos agir para voltar para o Senhor. Mas primeiro, devemos examinar e preparar os nossos corações.